Fiz alguns trabalhos em parceria com outros consultores, que me enchem de orgulho, por exemplo relembro, o diagnóstico de 500 empresas de varejo, a serviço do CDL de Uberlândia, em cidades do seu entorno, no triangulo mineiro, utilizando como fundamento , o software do SEBRAETEC.
As perguntas do questionário, envolviam conhecimento de Administração e o consultor passava horas, com cada empreendedor, e além do diagnóstico, trocava informações de boas práticas através de perguntas, tais como estratégias de Marketing, qual o processo de produção e seu mapeamento, como é tratado o caixa da organização, e a gestão de pessoas.
O objetivo foi alcançado depois de 2 anos de trabalho, e serviu de base para políticas setoriais de apoio à produção na região. O País crescia surfando na onda das comodities, mesmo em em meio aos escândalos do mensalão petista...
Bons tempos aqueles, em que a economia não destruía mercados e empresas, como aconteceu no governo Dilma...E tudo graças ao momento vivido, no primeiro governo lulopetista, fruto do vertiginoso crescimento da China.
Incrível!
José Carlos Nunes Barreto
Pós doutor e Sócio diretor da DEBATEF Consultoria
Blog do Consultor e Professor de Graduação e Pós Graduação José Carlos Nunes Barreto
sábado, 29 de setembro de 2018
domingo, 23 de setembro de 2018
Do morro do Caramujo para o Liceu Nilo Peçanha
" O morro não tem vez/ E o que ele fez/ já foi demais/Mas olhem bem vcs/ quando derem vez ao morro / toda cidade vai cantar" Cancioneiro popular
A importância da educação gratuita e pública, por meritocracia, escancarada fica, nesta jornada própria ,que, peço vênia para analisar com o leitor, que me dá a honra da leitura.
Tive a sorte de nunca precisar pagar escola , do pré da dona flor até o Pós doutorado na UFU, passando pela USP- na época entre as melhores universidades do mundo. E isto hoje, é um luxo sem medida, já que um projeto lesa pátria há , pelo menos 3 décadas, tem destruído a escola pública e desmoralizado a carreira de professores, levando a escola pública para um sumidouro, que só dá chance ao projeto da escola paga, com ações na bolsa e tudo. Ocasião em que cada aluno vira um código de barra,e que, o que menos importa é se ele aprendeu ou não. Hoje somente 25 % de alunos do curso superior estudam em escolas públicas...
.
Relembro os deveres de casa sendo realizados, e a exigência de altas médias para passar de ano no Liceu: escola pública de qualidade, com professores de qualidade e estrutura de laboratórios profissionalizada e eficaz .Naquela época, muita gente não passava no exame de admissão ao ginásio( e já existiam escolas pagas todavia com ensino inferior ).
O antigo Ginásio, preparava o alunado para os 4 últimos anos do ensino fundamental( são 9 anos) , vindo em seguida o científico de engenharia( 3 anos do ensino médio), que era a base para os cursos de engenharia, no meu caso. Mas existiam ainda, como opções para o ensino médio, o clássico , que era para futuros advogados, professores, filósofos etc...além do científico de medicina, odontologia e demais áreas da saúde.
Caramujo era na periferia de Niterói, aliás ainda é. E, para se ter idéia de sua desimportância, construíram um aterro sanitário bem próximo do lugar. E as aulas começavam às sete horas da manhã, após a formatura da turma no pátio. Nós vínhamos de Ônibus, cuja viagem durava 1hora, nossa mãe nos acordava as 5,30 da manhã. Quando chovia, o ônibus atolava e atrasava, e como o portão fechava religiosamente às 6 e 50, éramos obrigados a pular o alto muro da escola, para pegar a fila, antes da entrada do professor na sala de aula, pois absolutamente não era permitido entrar depois que o ele iniciasse seu trabalho. Este professor trabalhava de terno e grata, e ganhava muito bem, ouvia-se...era muito respeitado, a tal ponto que todos levantávamos ,quando entrava na sala de aula, a exemplo que hoje vemos, nos filmes americanos, quando entra um magistrado, nas cortes de julgamento.
Existe atualmente uma confraria da elite que comanda a cidade de Niterói e o estado do Rio, formada por egressos do Liceu Nilo Peçanha, e que várias vezes socorreu a infraestrutura da escola. Essas pessoas bem formadas ,são um exemplo do bem que faz uma educação de qualidade para o povo, o que me faz concordar com o poeta popular em tela : quando o morro tem vez, a cidade canta, pois o mesmo não exporta traficantes, nem ladrões e assassinos, e sim professores , advogados médicos e doutores.
José Carlos Nunes Barreto
Pós - doutor e sócio diretor da DEBATEF Consultoria
Pós - doutor e sócio diretor da DEBATEF Consultoria
sábado, 15 de setembro de 2018
Minha vida como Pesquisador de Universidade Pública(2)
Estou quase com setenta anos e, desde os 15 anos trabalho com educação. Naquela época, morava no bairro Fonseca em Niterói, numa comunidade ao pé do morro, e próximo ao asfalto da Alameda Boa Ventura , onde minha clientela, era formada por alunos abastados, que ficavam de segunda época ( segunda chance para alcançar média e passar de ano)em matemática e física.
De lá para cá, nunca parei um semestre qualquer...( Este segundo semestre de 2018, - trabalho na ESAMC-Uberlândia, estou coordenando curso de Extensão sobre Sistema Integrado de Gestão - com as normas ISO 9001, ISO14001, e a ISO45001, que substitui a OHSAS 18001).
Retomando o foco da prosa,lembro que minhas pesquisas de mestrado e doutorado, foram feitas em paralelo com regência de salas de aula, em disciplinas dos cursos de tecnologia mecânica, Engenharias e Administração, em diferentes IESs -Instituições de Ensino superior- dormia pouco, quatro horas , e trabalhava nas pesquisas das 22 h até 2 da manhã.
Este horário é o ideal, porque nele não há interrupção, e isto aumenta a produtividade, para análise de dados de coleta de campo, tabulação , correlação estatística, além da análise de resultados...tudo durante a noite...A realização de pesquisa de campo, era realizada pela manhã ou à tarde, e as primeiras horas noturnas, eram dedicadas à sala de aula...
Meu orientador principal foi Carlos Celso do Amaral e Silva, a quem homenageio como "pai do saber", na Faculdade de Saúde Pública da USP, no departamento de Saúde Ambiental ,o qual , diante do descortino proporcionado pelos resultados dos trabalhos, sempre me ensinou sabedoria, humildade e grandeza, principalmente durante as discussões com a banca de notáveis mestres, que me aprovou.
Não foi fácil ser doutor em ciência, e. claro, como professor, e estando mais próximo de meus alunos, não faço questão de ser chamado assim ( aliás, não tenho cara de doutor - sou um negro)por isso, rio , quando presencio situações em que profissionais, há pouco formados, forçam a barra para serem chamados de doutor , sem terem suportado o custo social e econômico-financeiro para alcança - lo, falo principalmente de advogados e juízes, ora vejam!
José Carlos Nunes Barreto
Pós- doutor e Sócio diretor da DEBATEF CONSULTORIA
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
Minha Vida como Pesquisador de Universidade Pública -USP e UFU (1)
A miopia estratégica de nossos dirigentes choca e constrange, mesmo os que não são neófitos. Pesquisa , desde sempre foi e é investimento , não custeio. É inaceitável que se afirme tal impropério à luz do dia, e ninguém prenda o meliante, da elite política atrasada, que inclui o corrupto presidente da república.
Fui bolsista da CAPES, durante meu mestrado que defendi em 1995, e banquei as pesquisas de meu doutorado que terminei em 2000, porque o CNPQ, na era FHC, também não tinha dinheiro para pesquisa, e congelou o valor das bolsas por 10 anos, o que levou pesquisadores ao desespero de procurar outras formas de subsistência, ocasião em que fundei minha consultoria e voltei à sala de aula por concurso público no IFET-SP_Instituto Federal de Ensino e Tecnologia de SP.
Quem já pesquisou sabe, que é impossível concluir o trabalho , se esta não for sua superior e prioritária atividade, e se este não for este seu sonho, e sua loucura, de tal forma que povoe seus pensamentos, e que supitem por isso, soluções e inovações, entre o sono e o acordar.
Comigo também foi assim, no mestrado, no doutorado e no pós - doutorado...A mais interessante situação foi, fazer um pedido de uma corveta armada de canhão, ao capitão de mar e guerra no porto de Santos, para me escoltar durante as amostragens que fiz, na saída dos efluentes da Cosipa(siderúrgica da USIMINAS hoje praticamente fechada, e que produzia , na época 3 milhões de toneladas de aço por ano) para a baía de Santos...
Eu explico:Já havia tentado de tudo, até alugar um barco, mas fui avisado por amigos, que seria metralhado pela escolta armada do porto da empresa, se aparecesse por lá...E esta solução, aconteceu como num sonho...amanheci com ela e a idéia clareou durante meu banho matinal. Saí dali com meu projeto e transparências debaixo do braço, direto para capitania de portos, e fiz isso durante semanas, incansavelmente, até ser recebido pela autoridade portuária, que me apoiou, afirmando que a integridade do mar, é uma das metas da Marinha do Brasil.
E assim lá fui eu, durante 13 amostragens, que duraram cerca de 6 meses, porque foram feitas para coincidir, sempre, com a menor cota da tábua de marés, a fim de não diluir o efluente, e, fui durante todo esse período, sendo observado por guardas armados, com cara de poucos amigos, instruídos pela direção da empresa poluidora, para, em qualquer vacilada, destruir meu sonho.
E este foi meu principal trabalho, o mais citado, e com resultados surpreendentes, até para meus orientadores - pesquisadores de ponta à época- por isso tive de estudar muita biologia, e ganhei uma bióloga como orientadora-minhas homenagens à professora Maria Terezinha Martins- in memorian...O título da pesquisa foi"Caracterização de toxicidade de efluentes de Usina Siderúrgica, Utilizando Bioensaios com Microorganismos"
Muitos pesquisadores vieram depois deste trabalho, e melhoraram as pesquisas e resultados, com inovações. Como não apoiar e custear pesquisas num País tão carente de inovações, indago eu, já legislando em causa própria. Está passando da hora! Não podemos mais perder tantos cérebros!
José Carlos Nunes Barreto
Pós - doutor e sócio - diretor da DEBATEF Consultoria
Fui bolsista da CAPES, durante meu mestrado que defendi em 1995, e banquei as pesquisas de meu doutorado que terminei em 2000, porque o CNPQ, na era FHC, também não tinha dinheiro para pesquisa, e congelou o valor das bolsas por 10 anos, o que levou pesquisadores ao desespero de procurar outras formas de subsistência, ocasião em que fundei minha consultoria e voltei à sala de aula por concurso público no IFET-SP_Instituto Federal de Ensino e Tecnologia de SP.
Quem já pesquisou sabe, que é impossível concluir o trabalho , se esta não for sua superior e prioritária atividade, e se este não for este seu sonho, e sua loucura, de tal forma que povoe seus pensamentos, e que supitem por isso, soluções e inovações, entre o sono e o acordar.
Comigo também foi assim, no mestrado, no doutorado e no pós - doutorado...A mais interessante situação foi, fazer um pedido de uma corveta armada de canhão, ao capitão de mar e guerra no porto de Santos, para me escoltar durante as amostragens que fiz, na saída dos efluentes da Cosipa(siderúrgica da USIMINAS hoje praticamente fechada, e que produzia , na época 3 milhões de toneladas de aço por ano) para a baía de Santos...
Eu explico:Já havia tentado de tudo, até alugar um barco, mas fui avisado por amigos, que seria metralhado pela escolta armada do porto da empresa, se aparecesse por lá...E esta solução, aconteceu como num sonho...amanheci com ela e a idéia clareou durante meu banho matinal. Saí dali com meu projeto e transparências debaixo do braço, direto para capitania de portos, e fiz isso durante semanas, incansavelmente, até ser recebido pela autoridade portuária, que me apoiou, afirmando que a integridade do mar, é uma das metas da Marinha do Brasil.
E assim lá fui eu, durante 13 amostragens, que duraram cerca de 6 meses, porque foram feitas para coincidir, sempre, com a menor cota da tábua de marés, a fim de não diluir o efluente, e, fui durante todo esse período, sendo observado por guardas armados, com cara de poucos amigos, instruídos pela direção da empresa poluidora, para, em qualquer vacilada, destruir meu sonho.
E este foi meu principal trabalho, o mais citado, e com resultados surpreendentes, até para meus orientadores - pesquisadores de ponta à época- por isso tive de estudar muita biologia, e ganhei uma bióloga como orientadora-minhas homenagens à professora Maria Terezinha Martins- in memorian...O título da pesquisa foi"Caracterização de toxicidade de efluentes de Usina Siderúrgica, Utilizando Bioensaios com Microorganismos"
Muitos pesquisadores vieram depois deste trabalho, e melhoraram as pesquisas e resultados, com inovações. Como não apoiar e custear pesquisas num País tão carente de inovações, indago eu, já legislando em causa própria. Está passando da hora! Não podemos mais perder tantos cérebros!
José Carlos Nunes Barreto
Pós - doutor e sócio - diretor da DEBATEF Consultoria
Minha Experiência como professor de Organizações(1)
A prática de um consultor é diametralmente oposta à de um auditor, ao prestar seus serviços numa empresa. Enquanto este confere a aderência dos procedimentos organizacionais, às normas e obrigações consagradas no planejamento da organização, o consultor ensina essas boas práticas, após conferir os POPs _Procedimentos Operacionais Padrão, lavrados com sua ajuda no treinamento organizacional.
Muitas vezes trabalhei como auditor,e a maioria das vezes como consultor. Como auditor, sirvo ao MEC/INEP- uma agencia reguladora de empresas educacionais, reconhecida como uma das melhores do mundo. E como sócio de uma consultoria, na área de Sistemas Integrados de Qualidade, a DEBATEF- há 30 anos,a qual já teve muito serviço em sua carteira, atendendo especificamente pequenas e médias empresas, nos tempos de bonança da economia- especificamente até 2014, quando a experiência desastrada da dupla lula dilma e seus economistas, fizeram falir 8 em cada 10 micro, pequenas e médias empresas no País- hoje ela executa parcos serviços com os clientes que lhe restaram, após este cataclisma sócio-econômico-cultural em que ainda estamos metidos.
Mas nem tudo são flores, mesmo quando há muitos clientes. A luta de um professor de organizações, é tão ou mais árdua, quanto ensinar matemática para alunos do ensino médio, que não tiveram base anterior e não querem estudar em casa...Sei bem, pois na juventude , ensinei matemática com sucesso , para essa faixa etária, em paralelo ao curso de engenharia....Saudade daquela época quando o ensino público era melhor...
Como dizia, muitos dos empresários que contratam uma consultoria, se assemelham a estes maus alunos, pois não estão dispostos a fazer a lição de casa, em sua organização: o 5S, aplicar ferramentas da qualidade , principalmente o ciclo de Deming, e o diagrama de Pareto - para melhorar sempre, e saber escolher prioridades, sejam financeiro - econômicas, sejam aquelas ligadas à contratação e gestão de pessoas- o que consome até 60 por cento do tempo do empreendedor.
O que acontece , muitas vezes, é que em contratos mais longos, o dono quer que o consultor faça seu papel, o que é um erro inadmissível, se aceito pelo profissional.Ao me negar a fazer isso , muitas vezes tive de rescindir o contrato, mostrando ao contratante, que seu papel é fundamental e não é admissível colocar outro ator em seu lugar, como na escola se faz, ao dizer que o dever de casa tem que ser feito para aprender matemática, e se dá uma nota baixa, como sinal do mau resultado.
José Carlos Nunes Barreto
Pós- Doutor e sócio- diretor da Debatef Consultoria
Muitas vezes trabalhei como auditor,e a maioria das vezes como consultor. Como auditor, sirvo ao MEC/INEP- uma agencia reguladora de empresas educacionais, reconhecida como uma das melhores do mundo. E como sócio de uma consultoria, na área de Sistemas Integrados de Qualidade, a DEBATEF- há 30 anos,a qual já teve muito serviço em sua carteira, atendendo especificamente pequenas e médias empresas, nos tempos de bonança da economia- especificamente até 2014, quando a experiência desastrada da dupla lula dilma e seus economistas, fizeram falir 8 em cada 10 micro, pequenas e médias empresas no País- hoje ela executa parcos serviços com os clientes que lhe restaram, após este cataclisma sócio-econômico-cultural em que ainda estamos metidos.
Mas nem tudo são flores, mesmo quando há muitos clientes. A luta de um professor de organizações, é tão ou mais árdua, quanto ensinar matemática para alunos do ensino médio, que não tiveram base anterior e não querem estudar em casa...Sei bem, pois na juventude , ensinei matemática com sucesso , para essa faixa etária, em paralelo ao curso de engenharia....Saudade daquela época quando o ensino público era melhor...
Como dizia, muitos dos empresários que contratam uma consultoria, se assemelham a estes maus alunos, pois não estão dispostos a fazer a lição de casa, em sua organização: o 5S, aplicar ferramentas da qualidade , principalmente o ciclo de Deming, e o diagrama de Pareto - para melhorar sempre, e saber escolher prioridades, sejam financeiro - econômicas, sejam aquelas ligadas à contratação e gestão de pessoas- o que consome até 60 por cento do tempo do empreendedor.
O que acontece , muitas vezes, é que em contratos mais longos, o dono quer que o consultor faça seu papel, o que é um erro inadmissível, se aceito pelo profissional.Ao me negar a fazer isso , muitas vezes tive de rescindir o contrato, mostrando ao contratante, que seu papel é fundamental e não é admissível colocar outro ator em seu lugar, como na escola se faz, ao dizer que o dever de casa tem que ser feito para aprender matemática, e se dá uma nota baixa, como sinal do mau resultado.
José Carlos Nunes Barreto
Pós- Doutor e sócio- diretor da Debatef Consultoria
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
A Falta de Cultura da Qualidade, na Manutenção, e na Vida.(1)
"Nós somos o que fazemos repetidamente, a excelência não é um feito, e sim, um hábito." Aristóteles
Li, com desgosto , nas mídias, dois eventos que representam um fenômeno que se repete no Brasil: explosões de gasômetros, e caldeiras por falta de manutenção...Na Refinaria da Petrobrás, em Paulínia-SP, e na USIMINAS, em Ipatinga MG.
Trabalhei 16 anos em Cubatão-SP, sendo 10 anos na Siderúrgica, e sei, o risco que é, a explosão de um gasômetro, para a segurança dos funcionários das empresas e para as populações, nas cidades ao redor destes equipamentos.
E eu trabalhava, exatamente, na manutenção destes monstros. Era impensável acontecer isso, naqueles heróicos tempos, das décadas de 80 e 90.No caso de Cubatão, sabíamos que as explosões de outros gasômetros em série, no porto de Santos, gerariam (e ainda geram) uma verdadeira catástrofe, na baixada santista.
Vi, também, explosões de equipamentos auxiliares, dos Altos fornos em Cubatão, pouco tempo atrás, provavelmente por falta de manutenção em válvulas de alívio e segurança , a exemplo do que aconteceu na REPLAN, em Paulínia .
E esta é, somente, a ponta do iceberg, das milhares de situações de risco, advindas da falta de dinheiro para manutenção, que atinge escolas, metrôs, hospitais, a partir da mais grave crise econômica de nossa história - legado lulopetista, é sempre bom lembrar- que fez desabar o consumo no Brasil, aliada às péssimas gestões de crise, que não conseguem fazer um pareto (Cultura da Qualidade),do que é prioritário, e deve ser preservado, em termos de recursos...
Novos tempos...velhos problemas ,que pensávamos estarem sepultados , e voltam a nos assombrar, tal qual a febre amarela e o sarampo...
Não quero sair do Brasil, almejo isto sim, usar as forças que me restam, quase aos setenta, para junto com homens e mulheres de bem, restaurá-lo para nossos netos e bisnetos, utilizando a Cultura da Qualidade, ensinada desde Aristósteles.
Bora lá!
José Carlos Nunes Barreto
Pós Doutor e Sócio diretor da DEBATEF Consultoria
Li, com desgosto , nas mídias, dois eventos que representam um fenômeno que se repete no Brasil: explosões de gasômetros, e caldeiras por falta de manutenção...Na Refinaria da Petrobrás, em Paulínia-SP, e na USIMINAS, em Ipatinga MG.
Trabalhei 16 anos em Cubatão-SP, sendo 10 anos na Siderúrgica, e sei, o risco que é, a explosão de um gasômetro, para a segurança dos funcionários das empresas e para as populações, nas cidades ao redor destes equipamentos.
E eu trabalhava, exatamente, na manutenção destes monstros. Era impensável acontecer isso, naqueles heróicos tempos, das décadas de 80 e 90.No caso de Cubatão, sabíamos que as explosões de outros gasômetros em série, no porto de Santos, gerariam (e ainda geram) uma verdadeira catástrofe, na baixada santista.
Vi, também, explosões de equipamentos auxiliares, dos Altos fornos em Cubatão, pouco tempo atrás, provavelmente por falta de manutenção em válvulas de alívio e segurança , a exemplo do que aconteceu na REPLAN, em Paulínia .
E esta é, somente, a ponta do iceberg, das milhares de situações de risco, advindas da falta de dinheiro para manutenção, que atinge escolas, metrôs, hospitais, a partir da mais grave crise econômica de nossa história - legado lulopetista, é sempre bom lembrar- que fez desabar o consumo no Brasil, aliada às péssimas gestões de crise, que não conseguem fazer um pareto (Cultura da Qualidade),do que é prioritário, e deve ser preservado, em termos de recursos...
Novos tempos...velhos problemas ,que pensávamos estarem sepultados , e voltam a nos assombrar, tal qual a febre amarela e o sarampo...
Não quero sair do Brasil, almejo isto sim, usar as forças que me restam, quase aos setenta, para junto com homens e mulheres de bem, restaurá-lo para nossos netos e bisnetos, utilizando a Cultura da Qualidade, ensinada desde Aristósteles.
Bora lá!
José Carlos Nunes Barreto
Pós Doutor e Sócio diretor da DEBATEF Consultoria
domingo, 19 de agosto de 2018
A URSAL do Foro de SP: A farsa Petista Destas Eleições
A URSAL do Foro de SP: A farsa Petista Destas Eleições
Incrível como nossa justiça é leniente com os poderosos...Aceitar que um candidato presidiário, postule, formalmente, sua candidatura junto ao TSE, é uma prova cabal disso...Reforçando, e até dando uma força, para que essa gente, continue aprontando contra as instituições do País, principalmente contra o judiciário.
Leram todos os manuais comunistas, e ,os estão aplicando diligentemente.Não tiveram misericórdia do povo, e, desviaram cerca de quatrocentos bilhões de dólares do Tesouro nacional, e do BNDES( a mesma quantia doada pelos americanos e aliados para o Plano Marshal - para reconstrução da Europa, pós segunda guerra), a fim de financiar obras da Pátria Grande - a URSAL- canteiro de realizações por toda AL, virando as costas para nossa penúria em áreas de segurança, saúde,estradas e educação, nos últimos quinze anos, atendendo resoluções do alienígena Foro de SP , e tudo com recursos do contribuinte brasileiro, sem passar pelo Congresso Nacional- um crime de lesa pátria, mais um- dos governos lulopetistas.
Para colocarmos a limpo essa caixa preta do BNDES ,não aberta pelo corrupto governo Temer, precisaremos terminar de julgar estes, e outros corruptos, no tribunal da Lava Jato, além de elegermos alguém, como Bolsonaro, que se manteve limpo durante os 15 anos de esbórnia com o dinheiro público, acontecida nos governos lulopetistas e de Temer.
Faz-se necessário frisar, que o citado candidato, mantém uma postura digna e segura para os brasileiros de bem, que enxergaram o precipício que os comuno - castristas queriam nos empurrar, rumo ao caos, semelhante à Venezuela e Nicarágua, ditaduras alinhadas à troica " forodesãopauliana.".
Abaixo a URSAL!
E que os envolvidos, dentro e fora do País, nesta desvairada aventura , sejam julgados e ressarçam o erário brasileiro, o mais rápido ´possível, para podermos investir em educação ,saúde e segurança, que são as chagas nacionais do pós lulismo, a sangrar e nos desafiar por falta de recursos, e também de coragem cívica além de gestão.
José carlos Nunes Barreto
Pós Doutor e sócio diretor da DEBATEF Consultoria
Incrível como nossa justiça é leniente com os poderosos...Aceitar que um candidato presidiário, postule, formalmente, sua candidatura junto ao TSE, é uma prova cabal disso...Reforçando, e até dando uma força, para que essa gente, continue aprontando contra as instituições do País, principalmente contra o judiciário.
Leram todos os manuais comunistas, e ,os estão aplicando diligentemente.Não tiveram misericórdia do povo, e, desviaram cerca de quatrocentos bilhões de dólares do Tesouro nacional, e do BNDES( a mesma quantia doada pelos americanos e aliados para o Plano Marshal - para reconstrução da Europa, pós segunda guerra), a fim de financiar obras da Pátria Grande - a URSAL- canteiro de realizações por toda AL, virando as costas para nossa penúria em áreas de segurança, saúde,estradas e educação, nos últimos quinze anos, atendendo resoluções do alienígena Foro de SP , e tudo com recursos do contribuinte brasileiro, sem passar pelo Congresso Nacional- um crime de lesa pátria, mais um- dos governos lulopetistas.
Para colocarmos a limpo essa caixa preta do BNDES ,não aberta pelo corrupto governo Temer, precisaremos terminar de julgar estes, e outros corruptos, no tribunal da Lava Jato, além de elegermos alguém, como Bolsonaro, que se manteve limpo durante os 15 anos de esbórnia com o dinheiro público, acontecida nos governos lulopetistas e de Temer.
Faz-se necessário frisar, que o citado candidato, mantém uma postura digna e segura para os brasileiros de bem, que enxergaram o precipício que os comuno - castristas queriam nos empurrar, rumo ao caos, semelhante à Venezuela e Nicarágua, ditaduras alinhadas à troica " forodesãopauliana.".
Abaixo a URSAL!
E que os envolvidos, dentro e fora do País, nesta desvairada aventura , sejam julgados e ressarçam o erário brasileiro, o mais rápido ´possível, para podermos investir em educação ,saúde e segurança, que são as chagas nacionais do pós lulismo, a sangrar e nos desafiar por falta de recursos, e também de coragem cívica além de gestão.
José carlos Nunes Barreto
Pós Doutor e sócio diretor da DEBATEF Consultoria
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