Blog do Consultor e Professor de Graduação e Pós Graduação José Carlos Nunes Barreto
quarta-feira, 23 de outubro de 2024
Pregando o Evangelho do meu jeito
Em um mundo onde solidão e depressão assolam pessoas, o relacionamento com o Espírito Santo , como “o consolador” ,pode explicar, como no NT, a alegria que Paulo e Silas sentiam na prisão ,apesar das feridas e dos açoites, e também o louvor que milhões de cristãos erguem ao Senhor , em suas casas de orações . Me perguntam sobre como explicar Deus, para alguém que não tem intimidade com Ele. Respondo que uma abordagem possível, é convidá-lo, para uma congregação conhecida pelas características cristã reformada /carismática, e lá ouvir da Palavra, sentir o Espírito caminhar entre nós(“Deus habita entre os louvores”) e ser convencido por Ele... Se esta pessoa é agnóstica e intelectual, sem dúvida , desconsiderou as falas tradicionais, mas sabe que vc é diferente, por isso, as escrituras ensinam que não se deve jogar pérolas a porcos, portanto pare e espere Deus agir no tempo dEle. Para o povão, acredito muito no Evangelho pregado por evangelistas apaixonados por almas perdidas, que pregam “a tempo e fora de tempo”, são "loucos" no trem, na rodoviária, até no avião.Não tenho esse dom mas procuro falar do que Cristo faz na minha vida...
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domingo, 22 de setembro de 2024
Missio Dei
A “Missio Dei” se define como missão de Deus estampada nas sagradas Escrituras desde Abraão, e realizada pelos servos do Senhor, através de sua ekklesia. Ela consiste em restaurar o homem nas 4 dimensões que a definem: Dimensão pessoal (reconciliar o ser humano com Deus);Dimensão Social(Reconectar o ser humano com o próximo);Dimensão Intra-psíquica (reconectar o ser humano consigo mesmo);Dimensão Ecológica(Reconciliar o ser humano com a criação).
Entendido o processo acima descrito, entendemos o papel da igreja como instrumento de Deus para a Missão em 1Pe2:9 :Vós sois geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.
As missões transculturais como a conhecemos na maioria das congregações, estão incluídas na missão de Deus sim, mas não são um fim em si mesmas...Jesus nunca abandonou uma cidade no seu trajeto a fim salvar uma alma perdida... Gastar escassos recursos somente com missionários em países longínquos e esquecer as necessidades locais, expostas nas 4 dimensões citadas acima não vem da sabedoria do Espírito
Lixo ou Liderança, indago...
Deve ser nosso jeito de sobreviver- Não comendo lixo concreto, mas engolindo esse lixo moral e fingindo que está tudo bem...”Lya Luft
A propósito da proposta de reeleição de duas lideranças, revisito artigo de quatro anos atrás , cobrando dos mesmos, apesar e por causa da pandemia, soluções de gestão harmônicas e inovadoras para nossa cidade. Ainda não decidi se voto na reeleição de Odelmo Leão, e tampouco voto para reitor da UFU, todavia, ambos estão a dever à população da cidade, algumas das sugestões de bom senso e transparência, que fiz neste artigo publicado, que, peço vênia ao leitor amigo , para releitura:
“A UFU e a cidade de Uberlândia fizeram 2 boas escolhas para suas lideranças nos próximos 4 anos: O reitor será Walder Stephen, pós doutor em Engenharia mecânica, especializado em estruturas inteligentes, e diretor da faculdade de engenharia mecânica. E o prefeito será o atual deputado federal e ex ocupante do cargo, Odelmo Leão. Nunca na história, estas duas pirâmides administrativas precisaram tanto, uma da outra, como na atual quadra por que passa o País. Os respectivos PLOAs(Projetos de Lei Orçamentária Anual)apontam respectivamente 1,2 e 2,6 bilhoes de reais para a UFU e a pólis em 2017- sem contar as emendas parlamentares endereçadas às instituições associadas.
Todavia, esta cidade vive como se não soubesse da importância e abrangência do orçamento da UFU. Só para comparar, somente cerca de 60 dos 5500 municípios brasileiros, possuem orçamento maior que este, e o HC atende com 300 milhões /ano, algo como 3 milhões de pessoas/ano, de Uberlândia e do seu entorno expandido, até os grotões do interior do Brasil(todavia a UFU fechou 100 leitos do mesmo durante a pandemia, e, por isso é alvo de inquérito em processo do MP)). Apesar de 80% do orçamento da universidade, ser destinado a pagamento de salários e aposentadorias, esta massa de recursos fica na cidade e região, irrigando uma miríade de cadeias de valor. Os 20 por cento restantes, somados às emendas parlamentares, e projetos tipo CNPQ mais parcerias com empresas privadas, além do custeio, podem chegar a 100 milhões por ano em investimentos em solo uberlandense.
Quanto ao PLOA do município, as obras do DEMAE( houve desvios de vultosos recursos destinados ao saneamento,que foram alvo de processo na câmara e no MP) e de corredores BRT advindas do BNDES, podem deixar outros 200 milhões /ano na cidade, mas isso é pouco ante tantas demandas já estabelecidas, e espera-se projetos com aporte de recursos, que nos ajudem com a inovação e criatividade, que só a academia supra citada pode proporcionar, haja vista seu corpo técnico de excelência reconhecida no mundo.(Não há transparência no uso de dinheiro público por parte destas administrações, principalmente do município, e, ao meu ver, deveriam prestar contas em conjunto à sociedade, com um balanço do que foi enviado, e onde e como foi gasto!!!)
Sugiro então um dos projetos : a UFU poderia ensinar às populações, o correto manejo do lixo industrial e urbano em conjunto com o município(somos o maior centro logístico do País, e dezenas de milhares de resíduos são gerados por aqui, sendo que ao redor de 10 por cento deles são perigosos e deletérios à vida), e campanhas publicitárias se fazem necessárias,( no município, as mesmas só são feitas como propaganda política de reeleição do atual mandatário, e não visando à formação e educação do povo) além de competentes projetos. Por exemplo o uso do biometano advindo do lixo( uma de nossas chagas sociais) ,que já é usado em grandes megalópoles como Paris, através de tecnologia de engenharia já consolidada. Poderíamos mandar missão conjunta prefeitura –UFU visitar um benchmarking aqui no Brasil- A superintendência de Energias Renováveis de Itaipú, que gera do biometano, mais meia Itaipu, com segurança e espírito público, atendendo pequenos negócios e sítios no entorno da estatal, uma aula de engenharia social e cidadania, no interior do Paraná...
Finalizando: como dois vizinhos que mal se conhecem, a UFU e a cidade, as vezes falam mal um do outro: Ela é uma torre de marfim, diz a cidade; se deixar, eles ferem a autonomia universitária, e vão querer mandar aqui dentro, diz nossa principal academia. O fato é que, a sociedade precisa que estes dois líderes recém eleitos, harmonizem estes patrimônios de nosso ethos acadêmico-urbano-industrial, em benefício de Uberlândia e região, e ,por que não dizer do Brasil?”
Infelizmente, com a pandemia, se mascarou muitos graves problemas de gestão, e o dinheiro público foi gasto sem a devida parcimônia, e bom senso, principalmente no município, onde se apostou na morte como política pública.
José Carlos Nunes Barreto
Lutero
Em 31/outubro de 1517, Lutero afixou no portal de entrada da igreja do castelo de Vitemberg , suas 95 teses, em que condenava a venda de indulgências pela igreja Católica. Os pré reformadores, levantaram estes temas durante mais de um século, todavia não tiveram sucesso, e alguns perderam a vida por isso. Lutero estava no lugar certo na hora certa: a hora da invenção da imprensa por gutemberg , o que possibilitou a divulgação de suas idéias, e também da bíblia na língua materna das pessoas, ao invés da "vulgata" em latim ,divulgada pelos clérigos e doutores, o que afastava o povo do conteúdo da "Palavra de Deus". Com relação às idéias de Lutero, o fulcro das mesmas seriam os 5 solas(somente):Somente as escrituras;somente Cristo; somente fé;A deus somente seja dada a Glória.O principal legado de lutero, a meu ver foi a liberdade...Liberdade de ser seu próprio sacerdote,liberdade científica, e as bases da democracia tal como a conhecemos hoje em dia.Não é pouca coisa, e a explosão dos que creram em Cristo, mostra a mão invisível do grande arquiteto do universo, sobre o destino e escolha dos seus servos até hoje, para sua própria glória .Amém!
terça-feira, 17 de setembro de 2024
Contribuições para um projeto de Nação
Reflexóes e atualizações sobre meu artigo publicado no jornal ESTADO DE MINAS, edição de 4 de janeiro de 2012, Caderno OPINIÃO, página 9.
“De tudo ficam três coisas: a certeza de que estamos sempre começando, a certeza de que precisamos continuar e a certeza de que seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo, da queda, um passo de dança, do medo uma escada, do sonho uma ponte, da procura um encontro” (Fernando Pessoa).
Certos anos nunca terminam: 1968 foi um deles, e este escriba era do adolescente de 17 anos à época daquela transformação social empreendida pelo babyboomers com o woodstock, e a tríade sexo, drogas e rock n’roll. 2001, com o ataque e destruição das Torres Gêmeas, foi outro ícone. E 2010, 10 anos depois, com a crise econômica do mundo desenvolvido, somado à Primavera Árabe, nos transmite a mesma sensação de que um novo tempo de mudanças está apenas começando.Todavia, veio 2020, e a pandemia novamente nos colocou em situação de temor frente ao futuro que poderia não chegar, e foi como se o tempo de novo parasse.
Cinco anos depois uma nova onda oportunidades e de transformações com a explosão da IA-Inteligência artificial, nos colocam desafios como nação, que enumero: primeiro, realizar uma revolução educacional; segundo, uma revolução sanitária, em paralelo com a revolução sociológica que a partir de reformas estruturais desaguarão na implantação da igualdade social (as reformas tributária, política e fiscal, pois não queremos repetir a Grécia de 2011- importante frisar que a reforma tributária que está sendo aprovada pelo governo Lula3 é um arremedo, e esconde aumentos inconfessáveis de impostos, sobre os mais pobres- um crime de lesa pátria. Num governo fraco, apoiado por uma ditadura do judiciário,que não consegue fazer também as reformas política e fiscal que tanto precisamos, e por isso o País anda de lado).
Terceiro:Será mandatário fazer a construção de um marco de gestão ambiental no país, como benchmarking para o mundo, aproveitando nossas vantagens comparativas inatas. Estamos em um momento crítico- porque o Páis queima de norte a sul- em que urgem medidas já consagradas na ECO 92 e no RIO +20, com temas caros para nós e para o mundo, como as contramedidas necessárias para evitar a repetição dos maiores desastres climáticos,ora vividos no Rio Grande do Sul, onde apesar das boas legislações, naufragamos por causa de governos ruins em gestão. OBS: estamos queimando nossas florestas por influEncia de deliquentes de vários espectros da política , e de máfias transnacionais comandadas de dentro do sistema penitenciário brasileiro, com inação criminosa do governo de plantão.
Quarto: Há que se lutar pela consolidação da reforma do Judiciário,pelo congresso Nacional, fazendo uma reengenharia na distribuição do poder entre o STF , Executivo e Legislativo, reformando o TSE. Voltar a aplicar a Lei da Ficha Limpa é crucial para salvarmos esta Nação, prender em segunda estância, cassar togados do STF, e das instâncias superiores que tenham cometido crimes de lesa pátria com abuso de autoridade, além de cassar também, integrantes do congresso Nacional que tenham prevaricado no seu dever de puni-los.
Se quisermos, poderemos fazer em cinco anos a principal revolução necessária ao país, a educacional, e para isso precisaremos de menos recursos e energia do que foram devotados pelo PT à a Fifa para a realização da Copa de 2014, será preciso quebrar os acordos espúrios então realizados no Congresso Nacional para a votação de leis específicas, muitas delas deletérias ao arcabouço institucional e jurídico da nação, como o favorecimento de acionistas de cervejarias através de venda de álcool em estádios-um crime que foi a antesala das ascensão das gangues políticas e do narcotráfico ao poder na era Lulo venezuelana.E fazermos acordos para transformarmos a Educação brasileira , aplicando a reforma no ensino médio e fazendo uma reengenharia nas universidades públicas brasileiras notadamente as federais-retirando a politização de esquerda ou de direita e proibindo a depredação de bem público- responsabilizando reitores pela ausência de resultados que não trenaformem conhecimento em tecnologias que aumentem nosso PIB.
Quinta e derradeira contribuição é a revolução sanitária que simples de fazer, com ela, deixaríamos de gastar vários bilhões de dólares por ano com o SUS. Basta sanearmos as cidades brasileiras, construindo estações de tratamento de água e esgoto, além de aterros sanitários. Essas metas estratégicas farão girar a economia e os resultados ficarão para sempre como marcos favoráveis às atuais e futuras gerações de brasileiros, em vez dos elefantes brancos em que se converteram os estádios de futebol construídos no governo do PT com Dilma Russef.
JOSÉ CARLOS NUNES BARRETO
Pós-Doutor e Engenheiro Mecânico e de Segurança
quinta-feira, 25 de julho de 2024
Estratégias na Eclésia
Baseado na realidade que vivencio há mais de 50 anos na eclésia, lamento informar que as lideranças são o principal problema da igreja brasileira: orgulhosos, narcisistas, presunçosos, abusadores, usando da estrutura da igreja em proveito próprio, não dando oportunidade para vozes que não aplaudam seus feitos, e acima de tudo permeados pela falta de preparo próprio, e de seus líderes e assessores. Há exceções que só confirmam a regra, ainda bem , e graças ao Senhor da seara...
Me perguntam sobre como desenvolver estratégias de engajamento dentro das igrejas, e respondo com o exemplo de Jesus , um líder servil, que no exemplo máximo de humildade, lavou os pés dos seus discípulos, treinou os mesmos, sofreu traições ,enfrentou a resistência do poder constituído, curou o povo e os ensinava o tempo todo , no limiar da era cristã. Criou uma organização que foi perseguida pelo que representava: O poder de Deus para transformar a vida das pessoas.
A principal estratégia para engajar irmãos dentro da igreja, é buscar ensina-los a gerir esta organização, mais uma vez baseados no exemplo de Jesus: trazer conhecimentos de Teologia,RH, contabilidade, patrimônio e psicologia , e ter humildade para aprender e aplicar.
Hidrogênio para a Neoindustrialização
Produção de hdrogênio a partir de fontes renováveis pode consolidar protagonismo do Brasil na nova economia
Redação Exame
Publicado em 14 de junho de 2024 às 10h08.
Por Deputado Arnaldo Jardim*
A produção de Hidrogênio a partir de fontes renováveis pode consolidar o protagonismo do Brasil na nova economia: A Economia de Baixo Carbono. No último dia 03, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, anunciou, como prioridade, no segundo semestre, a pauta de Desenvolvimento Verde, que inclui a regulação das Eólicas Offshore, o Mercado de Carbono e o marco regulatório do Hidrogênio de baixo carbono, considerado o vetor energético do futuro e a principal estratégia de descarbonização da economia mundial.
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A regulamentação do Hidrogênio vem sendo objeto de análise nas duas Casas do Congresso Nacional, após a apresentação dos Projetos de Lei nº 725/22 e nº 1878/22, no Senado Federal, e dos Projetos de Lei nº 2308/23 e nº 3452/23, na Câmara dos Deputados, onde, inclusive, foi criada a Comissão Especial de Transição Energética e Produção de Hidrogênio Verde – CEENERGIA, da qual sou presidente e cuja principal tarefa é a elaboração uma legislação para o setor.
O Plano de Trabalho da CEENERGIA prevê a realização de 13 Audiências Públicas com a participação de representantes de governo, de universidades, de centro de pesquisa e entidades do setor produtivo, bem como de 6 Mesas Redondas nos estados, para que os membros da Comissão possam visitar projetos de produção de H2 em desenvolvimento. Já realizamos 3 Audiência Públicas e as contribuições recebidas reforçam a importância de ouvir todos os segmentos que possam ser impactados por essa legislação.
Destaco, por exemplo, a virtuosidade das fontes renováveis, eólica e solar, na produção do hidrogênio por meio da eletrólise, especialmente no nordeste brasileiro – o Brasil tem vantagens competitivas e comparativas competitivas para competir no mercado internacional. Mas não podemos nos esquecer do potencial de produção de H2 a partir da biomassa, principalmente com a utilização dos resíduos da indústria sucroenergética, cujo custo de produção tem se mostrado mais competitivo quando comparado a outras rotas tecnológicas.
É importante ressaltar que, nesse processo de transição, o uso de infraestrutura existente será muito relevante para o desenvolvimento desse mercado. As centenas de “biorrefinarias” existentes no país serão fundamentais para fomentar a nova economia do hidrogênio e sua cadeia de suprimentos.
Estou consolidando minha convicção em relação aos caminhos que precisamos trilhar para colocar essa indústria de pé. Certamente, podemos produzir hidrogênio para exportar – a União Europeia será um grande consumidor-, mas o H2 precisa ser utilizado na descarbonização dos nossos processos produtivos, a chamada neoindustrialização. O primeiro desafio, entretanto, será induzir uma demanda crescente, por meio, por exemplo, do Aço Verde, da Mobilidade Sustentável e da Amônia Verde.
A propósito, a produção de amônia verde parece ser uma solução adequada para um país que tem, no agronegócio, ¼ de suas receitas. Além de reduzir a dependência internacional dos fertilizantes nitrogenados, podemos tornar o agro ainda mais sustentável. A amônia Verde pode ser a porta de entrada do Brasil na economia de hidrogênio.
O PL 2308/23, apreciado em novembro de 2023 na Câmara dos Deputados - CD, foi aprovado na tarde de ontem, dia 12/06, na Comissão Especial para Debate de Políticas Públicas sobre Hidrogênio Verde (CEHV) do Senado Federal - SF. A proposição será ainda analisada pelo Plenário do SF e retorna à CD para então, se aprovada, ser encaminhada à sansão presidencial.
De antemão, destaco que as alterações nas definições propostas na CEHV, como do Hidrogênio Renovável, serão objeto de análise detalhada, bem como a introdução do conceito de Hidrogênio Verde, que não existia no texto aprovado na CD.
A introdução das subvenções propostas para a comercialização do H2 de baixa emissão foi muito bem recebida por todos, pois além de dar uma sinalização positiva quando ao incentivo do Brasil à indústria do Hidrogênio, limita o montante de recurso e o impacto no orçamento.
Uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo. Um dos programas mais bem sucedidos de substituição de combustíveis fósseis. E agora, um dos maiores produtores de hidrogênio de baixo carbono.
É o Brasil se consolidando como protagonista dessa nova economia.
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